Por Rafael Hidalgo Fernández (*)
“(…) um homem de total integridade,
um homem de suprema honestidade,
de absoluta sinceridade”
(Fidel Castro sobre Che)
Exatamente 58 anos se passaram
desde o último combate militar de Che, travado na Quebrada del Yuro,
em solo boliviano. O desfecho conhecido o transformou imediatamente em um
precursor contemporâneo das lutas pela segunda e verdadeira independência da
Nossa América. Assim, ao contrário do que seus assassinos previram, sua figura
emergiu como um símbolo impossível de ser silenciado, entre outras razões
essenciais, devido ao valor atemporal de suas contribuições no campo das ideias
políticas e da ética revolucionária.




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